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Goiás, o principal destino no interior do País

Leitura Estratégica por Leitura Estratégica
janeiro 31, 2026
em Artigos
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Goiás, o principal destino no interior do País
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Os números do setor de turismo em Goiás, em 2024, finalmente colocaram o Estado em um patamar elevado, o que exige atenção especial e redobrada para que possamos entregar de fato o que o turista espera encontrar no Estado. Digo isso porque o setor de turismo, como um todo, não se trata apenas de hospedagem e transporte, mas atinge, direta ou indiretamente, mais de 50 setores.


Segundo dados do IBGE de 2024, divulgados neste mês de janeiro, Goiás o ocupa a 8ª posição entre os destinos mais visitados do Brasil, com 741 mil viagens recebidas. É nosso recorde. No Centro-Oeste, lideramos com folga, concentrando quase 50% do fluxo regional. Mais do que volume, a qualidade desse crescimento é evidenciada pelo avanço de 2,9% em novembro de 2025, o que representa a segunda maior alta do País.


Goiás vive um momento de maturidade econômica em que o turismo deixou de ser uma promessa para se tornar um pilar estratégico. Os dados impõem uma reflexão sobre o futuro: estamos crescendo de forma consistente, com oito meses consecutivos de alta, mas o teto para nossa expansão ainda está longe de ser alcançado. Como líderes empresariais, sabemos que números favoráveis não são convites à inércia, mas sim combustíveis para novos investimentos.

Reforço que a cadeia do turismo é um organismo complexo que afeta mais de 50 setores da economia. Quando um turista desembarca em Goiânia para a MotoGP, o maior evento de motovelocidade do mundo e que nosso Estado tem a honra de sediar em março, ele não consome apenas o evento.

Ele ativa o setor do setor de combustíveis aos vários segmentos do comércio, da logística e gastronomia ao ecoturismo e a contratação de tradutores e interpretes. Eventos desta magnitude colocam Goiás na vitrine internacional e exigem uma infraestrutura que acompanhe esse prestígio.


Os dados da pesquisa mais recente revelam nossa vocação para o ecoturismo e a natureza como um diferencial competitivo: 33,9% dos visitantes buscam exatamente a Chapada dos Veadeiros, a Terra Ronca e as nossas águas termais. Entretanto, o que retém esse turista e garante o crescimento de 7,2% acumulado nos últimos 12 meses é o binômio segurança e capacitação.

O turista moderno gasta, em média, R$ 1.750 em nosso Estado, ocupando a 16ª posição nacional em gasto por visitante. Aqui, reside nossa maior oportunidade: elevar o ticket médio através de uma oferta cada vez mais sofisticada e serviços impecáveis. Ou seja, o 8° destino mais procurado, o 2° que mais cresce no País, mas ainda estamos distantes dos destinos que melhor oferecem serviços e produtos aos seus visitantes.

Precisamos manter uma avaliação constante e apoio irrestrito a cada um dos 97 municípios com potencial turístico. O Governo Estadual e algumas prefeituras tratam o setor como prioridade, mas os números mostram que o setor amadureceu, avançou e os investimentos devem crescer proporcionalmente.

Para o Sindicato de Turismo e Hospitalidade no Estado de Goiás (SindTur) e o Conselho Empresarial de Turismo da Fecomércio Goiás (Cetur), a exploração de calendários e eventos nacionais e internacionais deve ser a regra, não a exceção. A MotoGP, mérito e conquista do Governo Estadual, é o exemplo perfeito de como a visibilidade global atrai divisas e acelera a inovação em processos locais.

A trajetória é ascendente. Somos o único Estado do Centro-Oeste a manter-se no “Top 10” nacional desde 2019. Mas a evolução exige constância. O investimento em promoção de destinos deve ser acompanhado pela modernização da infraestrutura e pela desoneração da cadeia produtiva do turismo.

Goiás está pronto para o mundo. Os números provam que o caminho está correto. mas a ambição de sermos o principal destino do interior do País – e esse é um slogan que deveríamos defender – exige que cada elo dessa vasta cadeia, do pequeno guia em Pirenópolis ao grande investidor de eventos internacionais, receba o suporte necessário para continuar transformando potencial em expansão contínua e real. Para que haja efetiva cidadania nos municípios goianos!

Ricardo Rodrigues,
Empresário e presidente do Sindtur-GO e do Cetur-GO

Tags: ArtigosEconomiaGoiásTurismo
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