A mineração atravessa um momento histórico. A transição energética, a digitalização da economia e a disputa global por minerais críticos recolocaram o subsolo latino-americano entre os ativos estratégicos mais cobiçados do planeta. Nesse cenário, o Brazil & Latin America Mining Investment Hub (Braminvest 2026) chega ao mercado com uma proposta inédita: reunir, em um único ambiente, o capital global e as oportunidades minerais do continente. Mais do que um evento, trata-se de uma plataforma desenhada para encurtar o caminho entre o potencial geológico e o investimento.
O ineditismo do Braminvest está em enfrentar o principal gargalo da mineração: a distância entre projetos de alto potencial geológico e os investidores capazes de transformá-los em negócios. O hub conecta investidores nacionais e internacionais, bancos, detentores de ativos minerários, fornecedores, consultores e reguladores em um espaço de negócios qualificado, com curadoria técnica dos projetos apresentados — dos direitos minerários aos ativos em operação. Essa credibilidade é reforçada por um ecossistema de peso: a parceria estratégica com a Bolsa de Valores de Toronto (TSX), a principal bolsa de mineração do mundo, que selecionará e qualificará ativos minerários brasileiros para apresentação a investidores canadenses, além do apoio institucional de entidades como Ibram, ANM, CNI, Abdi, Sebrae e o Governo de Goiás. No patrocínio, nomes como Vale, Pan American Silver, Aclara, Nexu Capital e SeaPort Manatee confirmam a relevância global do projeto.
Outro pilar inovador é o de apresentar linhas de crédito e novas alternativas de capital para a mineração. O setor sempre sofreu com a escassez de financiamento adequado, sobretudo nos estágios iniciais. Ao aproximar bancos e novos veículos de investimento dos projetos, o Braminvest cria um ambiente favorável para que o capital flua com segurança, reduzindo riscos e ampliando a atratividade dos ativos latino-americanos.
O evento também assume papel estratégico no fomento à industrialização de minerais críticos, com foco no beneficiamento e refino de alto valor, no posicionamento do Brasil como fornecedor global e na integração tecnológica de projetos e startups. Somam-se a isso as rodadas de negócios voltadas à comercialização de bens minerais, com reuniões B2B e conexões diretas entre produtores, traders, investidores e indústrias consumidoras, abrangendo minérios, concentrados, commodities e gemas minerais.
Mais do que dois dias de programação — 17 e 18 de novembro, em Goiânia —, o Braminvest se posiciona como uma plataforma contínua de negócios, reunindo investidores de mercados como Estados Unidos, China, Canadá, Austrália, Japão e Europa ao lado de ativos minerários do Brasil, Chile, Peru, México e Argentina, criando um ecossistema permanente de relacionamento, captação e comercialização.
O objetivo do Braminvest é claro: destravar investimentos em projetos minerários de alto potencial geológico. Ao combinar conexão entre capital e ativos, novas fontes de financiamento, industrialização de minerais críticos e rodadas comerciais — respaldado por patrocinadores e parceiros de primeira linha —, ele constrói a infraestrutura de negócios que faltava ao setor. Se o futuro da mineração passa pela América Latina, ele começa no Braminvest.

Getúlio Faria, presidente-executivo do Braminvest.














