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Perfil: Josué de Oliveira

“Eu lembro que cheguei em casa e falei para a minha mãe: fui vendido. Ela disse: como assim? Você é meu”

Leitura Estratégica por Leitura Estratégica
janeiro 17, 2026
em Perfil
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Perfil: Josué de Oliveira
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Texto: Rafael Mesquita.
Fotos: Arquivo pessoal.

Por mais que o filho fosse habilidoso e brilhasse no futebol amador de Caruaru (PE), a dona Dioneia e seu José jamais imaginariam, naquela época, que o pequeno Josué Anunciado de Oliveira estaria em uma Copa do Mundo anos depois vestindo a camisa da Seleção Brasileira. Já seria uma vitória se tornar jogador profissional e conseguir ajudar a família financeiramente, ainda mais para quem vivia uma infância em que faltava água em casa por quase um mês nos períodos de “seca brava” do interior do Nordeste.

Não havia luxo para Josué e os três irmãos. Longe disso. Ele e o irmão Josias usavam uma garrafa sanitária para fazer o próprio carrinho de brinquedo. Em casa, no humilde bairro da COHAB 1, uma tv em preto e branco de 14 polegadas, sala, cozinha e três quartos, que eram divididos entre os pais, os dois irmãos e as duas irmãs. Não cabiam duas camas nos quartos das crianças, então, a solução econômica era o beliche.

Mesmo com a infância humilde, seu José, funcionário da Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam, órgão responsável pelo combate a endemias) nunca deixou faltar comida em casa. O pai viajava muito a trabalho e cabia à dona Dioneia se dedicar exclusivamente à criação dos filhos.

Apesar das condições, o seu José sempre fez questão que os filhos estudassem. Até enciclopédia comprava para ajudar no ensino. O empenho foi importante para que, anos depois, as duas filhas se tornassem professoras e Josias se formasse em contabilidade. Para o caçula, Josué, o futuro seria um pouco diferente.
Aos nove anos de idade, ele estudava pela manhã em uma escola pública de Caruaru e, à tarde, trabalhava em uma fábrica de cintos. O futebol já era presente na vida de Josué, que se destacava nos jogos escolares da cidade. Com isso, o Colégio Objetivo, um dos melhores particulares da época, ofereceu uma bolsa de estudos para a criança. Assim, ele pôde estudar em uma boa escola até concluir o segundo grau e ainda treinar o seu esporte favorito.

Mas, o irmão, quatro anos mais velho, é quem era considerado o craque da família. Ele já treinava na equipe de futsal do Objetivo antes de Josué chegar, além de disputar partidas do futebol amador da cidade. O convite para integrar o time do Porto (um dos clubes mais tradicionais de Caruaru) foi para Josias. Na época, ele já trabalhava em um banco e preferiu não abandonar o emprego para se dedicar ao futebol. Em compensação, indicou o irmão caçula para fazer uma avaliação no clube. “Fui aprovado, fizeram contrato e ainda ofereceram uma ajuda de custo para que eu pudesse ajudar a minha família”, recorda Josué.

Início de uma trajetória brilhante
No ano seguinte, em 1996, aos 16 anos, o jogador teve as primeiras oportunidades no time profissional. Entre elas, em uma semifinal do Campeonato Brasileiro da Série C em que o Porto foi eliminado pelo Vila Nova (GO). As boas atuações despertaram o interesse de clubes maiores, como Bahia, Goiás e Cruzeiro. O diretor de futebol do clube goiano na época, Raimundo Queiroz, se antecipou. Foi a Caruaru e bancou a contratação da jovem promessa. “Eu lembro que cheguei em casa e falei para a minha mãe: fui vendido. Ela disse: como assim? Você é meu”, diverte-se.
O choro da mãe e da família na despedida de casa se misturavam com a incerteza de Josué no que estava por vir. O salário era quase 18 vezes maior do que recebia. Ele deixava de ganhar R$168 por mês no Porto para receber R$3000 no Goiás Esporte Clube. “Mas eu sempre guardava dinheiro, tinha medo de não dar certo”, recorda.
Do time do Porto de Caruaru, Josué trazia consigo o colega Araújo, atacante habilidoso também contratado pelo Goiás, e que ele conhecia desde os tempos de futsal no Colégio Objetivo. Para diminuir as despesas, decidiram dividir o aluguel de um apartamento no Setor Bueno, em Goiânia, o que contribuiu para facilitar a adaptação. “Íamos a pé até a T-63, pegávamos um ônibus para treinar no Parque Anhanguera (onde fica o centro de treinamento do Goiás)”, afirma.

As oportunidades no time
principal do Goiás só chegaram, de fato, um ano depois, em 1998. Após o bom desempenho de ambos na Copa São Paulo de Futebol Júnior, em que o clube goiano foi o quinto colocado, surgiu a chance de titularidade no time profissional. A conquista do título goiano não foi suficiente para manter o time na Série A do Campeonato Brasileiro e, mesmo com o bom futebol dos dois pernambucanos, a equipe goiana foi rebaixada para a Série B do Brasileirão.
Em 1999, aquele que é considerado por muitos, o grande ano da dupla Josué e Araújo no Goiás. Titulares absolutos, eles conquistam o Campeonato Goiano e a Série B do campeonato nacional. Ainda chegam às quartas de final da Copa do Brasil. Mas, um episódio foi a virada de chave para tanto sucesso naquela temporada. “A nossa derrota para o maior rival, Vila Nova, por 5 a 3 de virada no Goianão, mexeu com todos do elenco. Entendemos que era hora de ter força para darmos a volta por cima”, recorda.


Nesse mesmo ano, uma grande notícia: Josué e Araújo foram convocados pelo técnico Vanderlei Luxemburgo pela primeira vez para a seleção pré-olímpica (sub-23) do Brasil. O jogo foi um amistoso contra a seleção dos Estados Unidos, em Brasília. Aquilo era apenas um aperitivo do que estava por vir na carreira de Josué.
Os anos do jovem pernambucano se seguiram no Goiás, com dez títulos e destaque nacional. Foram seis conquistas de campeonatos goianos (1997,1998, 1999, 2000, 2002 e 2003), três copas Centro-Oeste (2000, 2001 e 2002) e um título de Série B do Campeonato Brasileiro (1999).
Ainda ficaram na memória do torcedor esmeraldino as grandes campanhas do clube em campeonatos nacionais enquanto Josué esteve por lá: Copa João Havelange em 2000 (décimo lugar) e Série A 2001 (décimo lugar), 2003 (nono lugar) e 2004 (sexto lugar). “Em 2003, estávamos na zona de rebaixamento ao fim do primeiro turno, mas com a chegada do técnico Cuca e de grandes jogadores, ficamos 16 jogos invictos”, destaca.
No final de 2004, Josué tinha certeza que havia chegado a hora de deixar o clube que tanto aprendeu a amar. O contrato estava no fim e a equipe goiana não iria cobrir grandes propostas que chegavam de São Paulo, Cruzeiro e Palmeiras. “Falei para o presidente que queria sair pela porta da frente, abrindo possibilidades para um dia voltar”, emociona-se.

São Paulo e projeção internacional
Na época, a esposa Patrícia estava grávida do primeiro filho, Kauan. Juntos, eles tomaram a decisão de ir para o São Paulo Futebol Clube. Lá, já estavam velhos conhecidos de Josué: o técnico Cuca (demitido pouco depois da saída de Josué) e os jogadores: Fabão, Danilo e Grafite, que haviam atuado com ele no Goiás. Além disso, o tricolor paulista era o time de infância do jogador. “Vi os jogos do São Paulo bicampeão mundial com o Telê Santana de técnico (início dos anos 1990) e me apaixonei. Mas é bom deixar bem claro que me tornei esmeraldino também” , garante.


O período no clube paulista não poderia ser mais vencedor para o volante. Já no primeiro ano (2005), conquistou o Campeonato Paulista, a Libertadores da América e o Mundial de Clubes. Josué conta com, detalhes, o jogo que fez o São Paulo conquistar o terceiro título mundial, contra o Liverpool. “No primeiro tempo, fomos até melhores. Mas, realmente, a segunda etapa foi ataque contra defesa. Os ingleses pressionaram muito, mas estávamos bem posicionados defensivamente e muito preparados mentalmente”, explica. A real dimensão da vitória só veio quando a delegação chegou ao Brasil. “Aí, a ficha caiu. Quando chegamos em São Paulo, o caminhão dos bombeiros teve que buscar a gente na pista do aeroporto. Ficamos 12 horas em cima de um trio elétrico”, destaca.
Foram anos de glória no clube paulista. Outros dois títulos foram conquistados: a Série A de 2006 e 2007. Mas ficou uma frustração. No primeiro jogo da final da Libertadores de 2006, contra o Internacional, Josué foi expulso. Assim, ele desfalcou o time na segunda partida, o que resultou no fim do sonho do bicampeonato da competição, com o título ficando com o clube gaúcho. “Parte da torcida e da imprensa me culpou. Foi o momento mais triste da minha carreira”, lamenta.
Mas nada disso atrapalhou o atleta e, em 2007, surge a oportunidade de realizar mais um sonho: jogar na Europa. A proposta que agradou veio do pequeno Wolfsburg, da Alemanha. “O time não tinha muita expressão no futebol europeu, mas havia um técnico experiente, investimento alto e o principal acionista era a Volkswagen”, destaca.
O clube alemão tinha 80% do elenco formado por jogadores de seleções de vários países do mundo. Com uma equipe tão qualificada, os resultados apareceram. Na primeira temporada, um quinto lugar no Campeonato Alemão e uma vaga na Liga Europa.
A consagração chegou na segunda temporada. Mesmo sem falar alemão e com resistência de parte dos jogadores, Josué foi o escolhido pelo técnico para ser o capitão da equipe, “Aprendi a língua na marra, com aula particular”, lembra. A aposta do treinador deu certo e a equipe conquistou, pela primeira vez, o campeonato nacional. E quem levantou a taça? O capitão Josué. “Fizeram até uma réplica de acrílico do meu tamanho no museu do clube”, afirma.
Josué ficou no futebol alemão até 2013, quando surgiu uma proposta que o consagraria mais uma vez no futebol brasileiro: a do Clube Atlético Mineiro.

Galo e o fim da carreira
Josué não sabia que aquele seria o último contrato da sua vitoriosa carreira. Assim como em toda sua trajetória, mais títulos foram conquistados. Para começar, logo no início, o Campeonato Mineiro de 2013. No mesmo ano, o título que o marcou de vez na história do Atlético Mineiro: a Copa Libertadores da América. “Nosso time era muito bom. Tínhamos Ronaldinho Gaúcho, Jô, Réver, Bernard, o goleiro Victor e o técnico era o Cuca. Joguei muito bem na final contra o Olimpia, a qual ganhamos nos pênaltis”, recorda.
O volante ainda conquistou outros três títulos no período em que esteve no Galo mineiro: mais um campeonato estadual, uma Recopa Sulamericana e uma Copa do Brasil. De decepção, ficou apenas o último ano no clube. “Com a chegada do técnico Levir Culpi, eu perdi a titularidade. Foi um ano muito difícil para mim, não me dei bem com ele. Me cortava até do banco de reservas. Eu queria ir embora”, explica.
Com o fim do contrato, Josué se despediu do clube mineiro e retornou para Goiânia, em 2016. A intenção era encerrar a carreira jogando pelo clube que de fato o projetou para o futebol brasileiro: o Goiás. “Esperei de janeiro a junho, eles me procurarem. No final de julho, com o time em crise entraram em contato comigo”, recorda. Mas, a conversa com o diretor de futebol do clube na época não foi agradável. “A primeira coisa que ele me perguntou é se eu ainda conseguiria jogar futebol. Uma falta de respeito. Ainda por cima, só queria me oferecer um contrato de quatro meses”, revela.
As negociações se encerraram por ali. Naquele momento, Josué sabia que a sua carreira havia chegado ao fim. “Eu já estava com a mentalidade de parar de jogar. A única possibilidade era se tivesse acontecido um acordo com o Goiás”, explica. Mesmo com o sonho de vestir pela última a camisa esmeraldina não se concretizando, não ficou um sentimento ruim em relação ao clube. “Vou me recordar sempre das vitórias, títulos e bons momentos que tive por aqui. Sem mágoas”, afirma.

Seleção e Copa do Mundo
A trajetória de Josué na Seleção Brasileira é um capítulo à parte. A primeira convocação na equipe principal foi em 2005, ano em que conquistou a Libertadores e o Mundial pelo São Paulo. A partida foi contra o Panamá. “Foi um sentimento especial. Havia um ritual para os estreantes, que precisavam subir em uma cadeira e discursar para o restante dos jogadores. Eu disse que aquela seria a primeira de muitas convocações”, conta.
A profecia estava certa. Ao todo, foram 47 participações com a camisa verde e amarela. Como sempre, as atuações se consagraram com títulos: Copa América (2007) e Copa das Confederações (2009). Mas, nenhuma experiência foi tão marcante quanto a Copa do Mundo de 2010.
O anúncio da convocação para a maior competição de futebol do planeta aconteceu durante um treinamento do Wolfsburg. Josué já sabia, nos bastidores, que a convocação viria, mas a confirmação fez “passar um filme” na cabeça do jogador. “Lembrei de Caruaru, das dificuldades que passei e da minha trajetória. Foi tudo conquistado degrau a degrau”, emociona-se.
Josué sabia que não começaria como titular, mas o importante era estar no grupo e aproveitar as oportunidades. Na prática, entrou em campo apenas na terceira partida da Seleção, contra Portugal. “Entrei no final do primeiro tempo e joguei o segundo tempo inteiro. Foi uma honra estar ali”, acredita.
Nos quatro anos de Dunga no comando, a seleção ganhou tudo que disputou. Mas, um “apagão” no segundo tempo contra a Holanda, nas quartas de final, impediu que a equipe conquistasse também a Copa do Mundo. O Brasil levou a virada e foi eliminado. “Perdemos no detalhe. Nosso time estava certinho, a gente tinha tudo para chegar pelo menos a uma final. Foi injusto”, lamenta.
O volante que ganhou tudo na carreira, não venceu a Copa do Mundo. Mas fica o sentimento de que fez o melhor que podia. “Faltou esse título tão importante na minha trajetória, mas está valendo. É impossível se ganhar tudo. Alguém tem que perder para o outro vencer”, reflete.

Empreendedorismo
O craque pernambucano se tornou empresário. Antes mesmo do fim da carreira, surgiram os primeiros investimentos. Começou quando jogava no São Paulo, adquirindo empreendimentos imobiliários em sociedade com o amigo e futuro empresário da sua carreira de jogador, o goiano Omar Vasconcelos. “Temos as mesmas ideias, ele é meu vizinho até hoje aqui em Goiânia. Me mandava propostas e nos tornamos sócios em alguns imóveis”, conta.
Josué não parou mais. Abriu concessionária de veículos em Caldas, Catalão e Goiânia, foi empresário da dupla sertaneja João Lucas e Marcelo, famosa pelo hit “Eu quero tchu, eu quero tcha”, sucesso de 2012.
Em 2013, inaugurou um centro de radiologia na Clínica do Esporte, em Goiânia. Depois, comprou uma fazenda, localizada entre os municípios de Piracanjuba e Caldas Novas, onde arrenda uma parte do imóvel para plantação de soja e, na outra, tem criação própria de gado. “Ainda utilizo a propriedade para lazer. Passei o réveillon com a minha família lá. Gosto muito”, afirma.
O homem de negócios também possui uma clínica em Aparecida de Goiânia com várias especialidades médicas a preço popular: a Clínica Nova Era. Há três anos, decidiu ainda, em sociedade com o amigo Omar, investir no ramo de postos de combustíveis: o Posto Premiere, no Parque Amazônia. No local, fez também um “mall”, em que aluga salas para outros comércios. A conveniência é administrada pelo primogênito, Kauan.
Além de uma profissão que contribuiu para que vencesse na vida, o futebol foi fundamental para que se tornasse um empresário de sucesso. “Quando era jogador, aprendi que tudo é contrato, advogado. No futebol era assim, nos negócios também tem que ser. Depois que assinou, acabou”, acredita.
Mesmo assim, admite que era mais fácil nos tempos de jogador. “Empreender em um País como o Brasil é complicado quando você trabalha de forma correta, pagando os impostos”, avalia. Somando todos os negócios, Josué emprega cerca de 80 pessoas. Para ele, a parte mais difícil ao se tornar empresário é a contratação de profissionais. “A mão de obra é sempre o mais complicado. Achar gente que veste a camisa de verdade não é fácil”, afirma.

Filhos: uma missão
A esposa, a goiana Patrícia Auad, era modelo, e ele a conheceu em um desfile de moda, no Goiânia Shopping, há 26 anos. Coincidentemente, se reencontraram um ano depois. “Na época, eu dividia o aluguel de uma casa com o Túlio (volante do Goiás). Tínhamos amigos em comum, ela apareceu lá em um churrasco”, recorda. Mas, será mesmo coincidência? “Senti que era destino”, acredita.
Pouco depois, iniciaram um namoro na festa de casamento do amigo e companheiro de clube, Araújo. Resultado: o casal mora junto há 25 anos e oficializou a união há 22. Os filhos vieram alguns anos após. O mais velho, Kauan, de 20 anos, além de Clara, 17 e Luan, nove anos.


Para o futuro, o ex-jogador só quer saúde e sabedoria para educar os filhos. “Esse é o meu maior desafio. Nos tempos de hoje, com violência, sexo, drogas, tudo muito fácil, é preciso dialogar com eles sobre todos os assuntos”, avalia. Os bons ensinamentos são a melhor memória que tem do seu José, falecido em 2019. “Herdei do meu pai o que tenho de bom. Ele sempre prezou pelo ambiente de confiança lá em casa, e busco isso também com os meus filhos. Não vivo para mim, mas sim para a minha família”, garante.
O garoto de infância humilde que chegou aos maiores palcos do futebol mundial sabe que somente com dedicação e esforço foi possível chegar longe. “Em tudo na vida, você colhe o que planta. Se plantar alegria, trabalho, dedicação, vai colher títulos e vitórias. Levei isso comigo no futebol e carregarei para os negócios e a vida”, conclui.

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