Grupo goiano que atua há 30 anos no setor lança programa Viajar Mais Brasil, um modelo de assinatura que deve redesenhar a forma como o brasileiro programa suas viagens
Se o modelo de assinatura reinventou a música, o cinema, a academia e o transporte, um novo setor começa a ser redesenhado para ser também uma plataforma prática e econômica: o de viagens. Apesar de várias propostas no passado, o País nunca encontrou uma resposta à altura. Até agora. O programa Viajar Mais Brasil é a primeira assinatura de viagens nacional, lançado pela empresa goiana AMT Group.
Para o sócio da empresa, Marcos Freitas, será a primeira vez no País que um clube de viagens entrega o que a indústria prometeu por décadas: “Descontos reais de até 40%, sem letras miúdas, sem surpresas no check-in.”
“O Viajar Mais Brasil transforma o sonho da próxima viagem em algo acessível por menos de R$ 2 por dia. Não se trata de promessa vaga de “benefícios”, nem de cupom avulso. Trata-se de uma plataforma digital integrada a mais de 250 mil hotéis no Brasil e no mundo, com descontos reais que chegam a 40% e aparecem na tela no momento exato em que o assinante escolhe destino e data”, explica Freitas. “Sem ligar para ninguém. Sem negociar. Sem esperar”, completa.

“A diferença entre pagar R$ 500 e pagar R$ 320 por uma diária está ali, visível, imediata, confirmada. Entre R$ 1.200 e R$ 790 por um resort, o mesmo princípio: o preço do assinante é outro, e o sistema mostra isso antes mesmo da reserva”, destaca o também socio-fundador da AMT, André Ladeira.
O Viajar Mais Brasil foi desenvolvido pelo AMT Group, um conglomerado com mais de três décadas de atuação no mercado hoteleiro brasileiro. Para o CEO da empresa, Thiago Silva, o diferencial estrutural de uma assinatura de viagens só vale aquilo que o seu lastro permite entregar. “Não é uma startup aprendendo a conversar com hotéis. É um grupo que é parte da hotelaria. Que negocia tarifas, conhece bastidores de operação, entende sazonalidade, tem relacionamento direto com resorts, cadeias internacionais e operadoras.”

Esse know-how, destaca Freitas, permite ao Viajar Mais Brasil oferecer o que poucas plataformas no mundo conseguem: “Preços de dentro da indústria, repassados sem intermediários, com a segurança de quem conhece cada metro dos empreendimentos que vende. O assinante brasileiro, pela primeira vez, entra por uma porta que, historicamente, só estava aberta para operadoras e grandes compradores.”

O que muda na prática
A plataforma foi construída para ser o oposto do que o brasileiro está acostumado quando tenta reservar uma viagem com desconto.
“Transparência imediata, pois o desconto aparece na própria tela, aplicado ao destino e hotel escolhidos, antes da reserva. Reserva online em tempo real; sem carrinhos que expiram, sem ‘aguarde o contato de um consultor’; mais de 250 mil hotéis; de pousadas em Gramado a resorts em Cancún, de apart-hotéis em Brasília a boutique hotels em Lisboa; descontos também em passagens aéreas e aluguel de carros; diárias já inclusas no plano e sorteios mensais de viagens para destinos como Rio, Salvador, Orlando e República Dominicana”, detalha André.

Há três planos, cada um desenhado para um perfil de viajante: o que viaja duas vezes ao ano ao que quer explorar o exterior com regularidade (o mais acessível começa em R$ 59,90 por mês). “Preços de hotelaria em condição preferencial sempre existiram. O que nunca existiu, no Brasil, foi um caminho limpo para que uma família de classe média chegasse até eles sem precisar ser dona de um clube de férias, sócia de um resort ou cliente de uma operadora corporativa”, explica Thiago.
“O Viajar Mais Brasil quebra essa assimetria. Ele pega um mercado que sempre foi organizado ao redor de quem compra muito e oferece a mesma lógica a quem quer, simplesmente, viajar mais vezes, com mais conforto, gastando menos”, revela Freitas. “Você já vai viajar de qualquer forma. A diferença é: pagando mais ou pagando menos.”
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