• Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Revista STG
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Revista STG
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Início Negócios

El Niño no radar

Com mais de 80% de probabilidade de formação no segundo semestre de 2026, o fenômeno já mobiliza pesquisadores, governos e setor produtivo. Em Goiás, os impactos podem ir da irregularidade das chuvas à pressão sobre a produção agrícola e a economia

Leitura Estratégica por Leitura Estratégica
julho 4, 2026
em Negócios
0
El Niño no radar
0
COMPARTILHAMENTOS
2
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

Por Rafael Vaz 

Os principais centros internacionais de monitoramento climático acompanham, desde o início do ano, a evolução das condições atmosféricas e oceânicas no Oceano Pacífico Equatorial. As projeções mais recentes apontam mais de 80% de probabilidade de formação de um novo episódio de El Niño durante o segundo semestre de 2026, percentual que ultrapassa 90% a partir de agosto.

Os sinais observados pelos pesquisadores reforçam esse cenário. As águas subsuperficiais do Pacífico Equatorial já registram anomalias de temperatura de até 4°C, um dos principais indicadores utilizados para antecipar episódios de maior intensidade.

A preocupação ganhou força após a divulgação de uma nota técnica do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), segundo a qual os modelos climáticos internacionais convergem para um El Niño forte ou muito forte entre 2026 e 2027. O documento lembra que o último episódio do fenômeno, registrado entre 2023 e 2024, esteve associado à maior seca enfrentada pelo Brasil em sete décadas. Em setembro de 2024, 4.748 municípios brasileiros registravam algum grau de estiagem, sendo que 1.349 enfrentavam condições severas ou extremas.

Caso as projeções se confirmem, os impactos poderão ser sentidos em praticamente todo o País. Ondas de calor mais intensas, alterações no regime de chuvas, aumento do risco de incêndios florestais e redução da disponibilidade hídrica fazem parte do cenário projetado por especialistas. Os reflexos, entretanto, vão além das questões ambientais e alcançam diretamente setores estratégicos da economia, especialmente o agronegócio.

Um fenômeno global

O El Niño corresponde à fase quente do fenômeno El Niño-Oscilação Sul (Enos), caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Embora a sua origem esteja localizada em uma faixa relativamente estreita do oceano, os seus efeitos alteram a circulação atmosférica em escala global, modificando o comportamento das chuvas e das temperaturas em diferentes continentes.

No Brasil, os impactos variam conforme a região. O Sul tende a registrar chuvas acima da média, aumentando o risco de enchentes e inundações. Em parte da Amazônia e do Nordeste, devem predominar estiagens mais prolongadas, redução da vazão dos rios e maior ocorrência de queimadas. No Centro-Oeste, especialmente em Goiás, os efeitos costumam estar associados ao atraso do início da estação chuvosa, à maior frequência de veranicos, às temperaturas acima da média e à distribuição irregular das precipitações.

Essa condição é motivo de atenção para um Estado cuja economia mantém forte ligação com a produção agropecuária.

Análise técnica divulgada pelo Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais do Cerrado (Cempa-Cerrado), da Universidade Federal de Goiás (UFG), indica que as probabilidades de ocorrência do fenômeno superam 80% a partir do inverno e permanecem elevadas durante praticamente toda a estação chuvosa de 2026/2027, período decisivo para o desenvolvimento das principais culturas agrícolas do Estado.

Segundo os pesquisadores, o maior risco não está necessariamente na quantidade total de chuva prevista para a estação, mas na forma como ela será distribuída. A alternância entre períodos secos e episódios concentrados de precipitação pode provocar estresse hídrico nas lavouras, aumentar processos erosivos e dificultar o planejamento das atividades agrícolas.

Durante o inverno, o fenômeno tende a elevar as temperaturas e reduzir a frequência de frentes frias. Na primavera, período de implantação das lavouras de verão, a expectativa é de atraso no início das chuvas, maior ocorrência de veranicos e aumento da frequência de ondas de calor. Já no verão, mesmo que o volume total de precipitação permaneça próximo da média histórica, a distribuição irregular das chuvas poderá comprometer o desenvolvimento das culturas e elevar a demanda hídrica das plantas.

Essas condições colocam o setor agropecuário entre os segmentos mais vulneráveis aos efeitos do fenômeno e explicam por que produtores, pesquisadores e instituições de monitoramento acompanham diariamente a evolução das previsões climáticas.

Boletim do Painel El Niño 2026-2027

O campo entra em estado de atenção

Se as projeções para um novo episódio de El Niño preocupam pesquisadores e gestores públicos, no campo, elas já fazem parte do planejamento da próxima safra. Em Goiás, produtores rurais acompanham diariamente as atualizações dos modelos climáticos para definir estratégias de plantio e reduzir riscos.

Segundo o assessor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Lucas Castro, o fenômeno não é novidade para o setor e faz parte de um monitoramento constante realizado por instituições especializadas.

“O El Niño surge a partir do aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial. É um fenômeno que ocorre de dois a sete anos. Os produtores são cientes desse fato que ocorre na agricultura. Nós, da Federação da Agricultura, temos uma parceria com o Cimehgo, aqui do Estado de Goiás, que monitora isso via satélite. Vale ressaltar que existe um órgão internacional, que é a Noaa, que fornece essas informações bastante precisas em relação à identificação de todo o fenômeno.”

Castro explica que os impactos do El Niño variam conforme a região do País. Enquanto no Sul o excesso de chuva costuma provocar dificuldades para algumas culturas, em Goiás a preocupação está concentrada no prolongamento do período seco e na ocorrência de veranicos.

“Para nós, em Goiás, a gente caracteriza dentro do Centro-Norte um período bem mais prolongado de seca, de veranico.”

Apesar dos riscos, o técnico observa que o comportamento do clima nem sempre provoca apenas efeitos negativos. O período seco previsto para os meses de junho e julho, por exemplo, favorece a colheita de importantes culturas produzidas no Estado.

“O cenário de seca é benéfico. Dá a possibilidade do produtor fazer esse trato cultural, que é o processo de colheita. Agora vai iniciar principalmente a colheita do milho, do sorgo e do girassol dentro do nosso território. Na região de Cristalina, onde tem o cultivo do algodão, isso também é benéfico para não ter comprometimento da fibra nem da qualidade dos grãos. O período de seca entre junho e julho é benéfico para o processo de colheita e até para acelerar esse processo.”

A situação muda com a aproximação da safra de verão. O principal alerta da Faeg está relacionado ao início da semeadura da soja, quando a irregularidade das chuvas pode comprometer o estabelecimento das lavouras.

“O que a gente alerta é um período no qual já tem sinalizado a questão dos cortes das chuvas. O produtor fica ansioso em fazer esse processo de semeadura, mas a gente tem alertado para não fazer esse processo se não tiver uma umidade adequada do solo.”

Segundo Castro, respeitar o Zoneamento Agrícola de Risco Climático e investir em práticas conservacionistas continua sendo a principal estratégia para reduzir os impactos provocados pelas variações climáticas.

“Semear realmente a soja dentro dos arcos, que correspondem ao zoneamento agroclimático adequado para cada região. Plantar dentro dos arcos, usar plantas de cobertura para formar palhada. Esse manejo da palhada está muito ligado à prática do plantio direto, fazendo uma semeadura de qualidade, posicionando a semente na profundidade adequada do solo e adotando também algumas práticas de conservação do solo para reter mais umidade e ampliar a reserva hídrica.”

Lucas Castro

Um risco que se soma a outros desafios

Embora o comportamento do clima concentre boa parte das atenções, Lucas Castro destaca que o El Niño representa apenas mais um desafio dentro de um cenário já bastante complexo para o produtor rural.

“O produtor já está preocupado com diversos fatores que têm impactado a safra, principalmente o custo de produção, os altos preços de fertilizantes, principalmente dos fosfatados e nitrogenados, o custo elevado dos defensivos agrícolas, as despesas do óleo diesel, o cenário das guerras, a geopolítica e a volatilidade dos preços das commodities.”

Apesar das projeções apontarem para um possível episódio de maior intensidade, a entidade recomenda cautela na interpretação dos modelos climáticos.

“Tende a ser um El Niño mais forte. Não está confirmado ainda. Os mapas ainda não confirmaram isso. Nós, como Federação da Agricultura, temos até uma cautela em dizer desse super El Niño.”

Outro ponto que preocupa o setor é a baixa cobertura do seguro rural no País. Para a Faeg, ampliar esse mecanismo de proteção será fundamental diante da maior frequência de eventos climáticos extremos.

“Hoje, não tem um seguro rural bastante estruturado no nosso País. Somente 4% das áreas cultivadas no Brasil utilizam desse seguro agrícola. De 2021 para 2025, houve uma redução de 70% na cobertura dessa área por seguro rural.”

Os reflexos vão além da porteira

Embora o primeiro impacto do El Niño seja sentido no campo, seus efeitos se espalham por diferentes setores da economia. Alterações no calendário agrícola, redução da produtividade e aumento dos custos de produção influenciam a oferta de alimentos, a logística, a indústria e, consequentemente, os preços ao consumidor.

Em Goiás, onde o agronegócio responde por parcela significativa da atividade econômica, os reflexos podem ser ainda mais expressivos. Para a Faeg, a preocupação não se restringe às projeções para a próxima safra. Parte dos impactos climáticos já vem sendo observada na produção de grãos.

Segundo Lucas Castro, a soja registrou redução de produtividade na safra 2025/2026. Já para a segunda safra de milho, a expectativa é de perdas ainda maiores.

“A Conab identifica, no último levantamento, uma queda em torno de 25%. Provavelmente, no próximo levantamento, já deve estimar uma perda em torno de 30% até 35%. A gente nota uma queda diária do milho. Em Goiás, hoje estima em torno de um milhão e 700 mil hectares. Outra questão é a produtividade, que também vem caindo em decorrência dos fatores climáticos.”

O técnico explica que parte dessa redução está relacionada ao atraso na semeadura do milho segunda safra. Muitos produtores plantaram fora da janela considerada ideal e encontraram menor disponibilidade de chuvas durante o desenvolvimento das lavouras.

“Vários produtores semearam fora dessa janela ideal, que seria até o dia 25 de fevereiro. Em torno de 40% a 45% dos produtores em Goiás semearam já dentro de março e estão pegando poucas precipitações de chuva.”

Os impactos da irregularidade climática não ficam restritos ao campo. Reduções na produção agrícola tendem a influenciar o abastecimento, pressionar preços e aumentar os custos ao longo das cadeias produtivas, especialmente em segmentos que dependem diretamente das matérias-primas do agronegócio.

Antecipar riscos tornou-se prioridade

A possibilidade de um novo episódio de El Niño também levou o Governo Federal a reforçar medidas preventivas. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) contará, em 2026, com um efetivo recorde de 4.410 brigadistas, somando profissionais do próprio instituto e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A estrutura operacional também contará com aproximadamente 400 veículos especializados e 18 aeronaves.

Outra medida prevista é a realização de queimas prescritas em cerca de 200 mil hectares de áreas públicas, estratégia utilizada para reduzir o material combustível antes do período de maior risco de incêndios florestais. Paralelamente, o Ministério das Cidades mantém investimentos de R$ 33,5 bilhões em obras de drenagem e contenção de encostas e outros R$ 25 bilhões destinados ao abastecimento de água.

As iniciativas refletem uma mudança na forma como o País tem enfrentado os eventos climáticos extremos. Se antes as ações eram concentradas na resposta às emergências, hoje, a tendência é ampliar investimentos em prevenção, monitoramento e planejamento.

Um desafio permanente

Embora o El Niño seja um fenômeno natural e recorrente, especialistas alertam que seus impactos podem ser potencializados por um cenário de mudanças climáticas e temperaturas globais mais elevadas. Isso significa que a adaptação passa a ocupar papel central tanto para o poder público quanto para o setor produtivo.

No campo, decisões como a escolha da época de plantio, o uso de cultivares mais resistentes, a conservação do solo e o monitoramento constante das condições climáticas tornam-se cada vez mais estratégicas. Para governos, a ampliação de sistemas de alerta, investimentos em infraestrutura e fortalecimento de políticas de gestão de riscos são medidas fundamentais para reduzir prejuízos econômicos e sociais.

Independentemente da intensidade que o próximo El Niño venha a atingir, uma conclusão já parece consensual entre pesquisadores e representantes do setor produtivo: compreender o comportamento do clima deixou de ser apenas uma questão ambiental. Tornou-se uma condição indispensável para garantir segurança alimentar, competitividade e desenvolvimento econômico.

El Niño coloca Goiás em estado de atenção 

A possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027 colocou estados e municípios em alerta para os impactos provocados pelo aumento das temperaturas, alterações no regime de chuvas e maior risco de incêndios florestais. Em Goiás, o planejamento já está em andamento e reúne ações voltadas à segurança hídrica, prevenção de queimadas e proteção das atividades econômicas.

Segundo a secretária estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Andréa Vulcanis, Goiás vem fortalecendo, nos últimos anos, a gestão dos recursos hídricos para minimizar os efeitos dos períodos de estiagem.

“Ao longo dos anos, temos feito um enfrentamento importante das questões de escassez de água. Podemos dizer que a pelo menos sete anos não há falta de água em Goiânia e na Região Metropolitana. Fiscalizamos os recursos hídricos e fazemos campanhas de comunicação para o uso consciente, além da articulação com usuários e da alocação negociada de água”, afirma.

Outro ponto de atenção é o combate aos incêndios florestais, considerados um dos principais desafios durante períodos de seca prolongada. Além dos impactos ambientais, as queimadas provocam prejuízos expressivos à economia.

“Em 2025, foram perdidos em Goiás R$ 1,5 bilhão com danos às atividades da agropecuária em razão dos incêndios. No Brasil, esse indicador é de R$ 14 bilhões. Portanto, as ações de combate a incêndios não são apenas de cunho ambiental, mas também dizem respeito à economia e à proteção dos empregos e das atividades econômicas”, destaca a secretária.

Andréa Vulcanis

Para enfrentar esse cenário, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) atua de forma integrada com o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, elaborando estratégias de prevenção e resposta rápida para o período mais crítico do ano.

“Nos juntamos com o Corpo de Bombeiros por meio de uma ação integrada para planejar nossas ações. Estamos preparados para 2026 e já registramos redução de 86% da área queimada nas unidades de conservação. Sabemos em que pé está o El Niño e em que pé ele pode acontecer. Estamos com um olhar consistente para os municípios que podem enfrentar falta de água, discutindo ações preventivas e preparados para enfrentar possíveis incêndios.”

A secretária também reforça que a prevenção depende da participação da sociedade. Segundo ela, a maior parte dos incêndios registrados no Estado tem origem em ações humanas, o que torna conscientizar a população tão importante quanto as ações de fiscalização e combate.

Postagem anterior

Perfil: Adriano Pinheiro

Leitura Estratégica

Leitura Estratégica

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fique conectado

  • 24k Followers
  • 99 Subscribers
  • Tendências
  • Comentários
  • Mais recente
NR-1: O Governo ainda tenta explicar o que vai exigir das empresas

NR-1: O Governo ainda tenta explicar o que vai exigir das empresas

maio 9, 2026
Riscos invisíveis no agronegócio goiano

Riscos invisíveis no agronegócio goiano

fevereiro 7, 2026
Perfil: Silvana de Oliveira

Perfil: Silvana de Oliveira

setembro 13, 2025
Novo escritório de advocacia alinha direito e estratégia para impulsionar empresa

Novo escritório de advocacia alinha direito e estratégia para impulsionar empresa

agosto 23, 2025
Empresa goiana conquista prêmio de maior revenda de irrigação da América Latina

Empresa goiana conquista prêmio de maior revenda de irrigação da América Latina

0
Um olhar sobre as relações de consumo no Brasil, China e Panamá

Um olhar sobre as relações de consumo no Brasil, China e Panamá

0
Sesc oferece benefícios exclusivos ao trabalhador do comércio

Sesc oferece benefícios exclusivos ao trabalhador do comércio

0
Caso Lojas Americanas e a credibilidade das auditorias Big Four

Caso Lojas Americanas e a credibilidade das auditorias Big Four

0
El Niño no radar

El Niño no radar

julho 4, 2026
Perfil: Adriano Pinheiro

Perfil: Adriano Pinheiro

julho 4, 2026
Goiás Cooperativo: 70 anos da OCB/GO

Goiás Cooperativo: 70 anos da OCB/GO

julho 4, 2026
Goiás é destaque no Decanter World Wine Awards 2026

Goiás é destaque no Decanter World Wine Awards 2026

julho 4, 2026

Notícias recentes

El Niño no radar

El Niño no radar

julho 4, 2026
Perfil: Adriano Pinheiro

Perfil: Adriano Pinheiro

julho 4, 2026
Goiás Cooperativo: 70 anos da OCB/GO

Goiás Cooperativo: 70 anos da OCB/GO

julho 4, 2026
Goiás é destaque no Decanter World Wine Awards 2026

Goiás é destaque no Decanter World Wine Awards 2026

julho 4, 2026
Revista STG

Trazemos as notícias mais relevantes, atualizadas e importantes do mercado, tudo em um só lugar.

Siga-nos

Navegar por categoria

  • Accountability
  • Advocacia
  • Almanaque Estratégico
  • Arte
  • Artigos
  • Blog
  • Capacitação
  • Carreira
  • Consumo
  • Direito
  • Diretoria
  • Empresas
  • Ensaio
  • Ensino
  • Entrevista
  • Especial
  • Esporte
  • Eventos
  • EXECUTIVOS: LINHA DE FRENTE
  • Expansão
  • Justiça do Trabalho
  • Legislação
  • Mercado de Luxo
  • Mercado de Trabalho
  • Negócios
  • Perfil
  • Premiação
  • Qualidade de Vida
  • Revista
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Últimas
  • Urbanismo

Notícias recentes

El Niño no radar

El Niño no radar

julho 4, 2026
Perfil: Adriano Pinheiro

Perfil: Adriano Pinheiro

julho 4, 2026
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista

© 2026 Leitura Estrategica - Desenvolvido por WB Sistem.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista

© 2026 Leitura Estrategica - Desenvolvido por WB Sistem.