• Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Revista STG
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Revista STG
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Início Artigos

Goiânia rumo aos 100 anos sem personalidade

Leitura Estratégica por Leitura Estratégica
dezembro 20, 2025
em Artigos
0
Goiânia rumo aos 100 anos sem personalidade

Leandro Resende

0
COMPARTILHAMENTOS
90
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

Saiu nesta sexta (19) o Produto Interno Bruto (PIB) das cidades brasileiras de 2023. Pelo volume de informações, o IBGE sempre o entrega com este intervalo de dois anos. Goiânia avançou três posições, chegando a R$ 75 bilhões – no ano anterior era R$ 66 bilhões. 

No Centro-Oeste, quando se exclui o Distrito Federal – um ecossistema urbano moldado quase exclusivamente pela lógica estatal –, Goiânia é a maior cidade com perfil privado do Centro-Oeste. No nacional, Goiânia ocupa a 15ª posição entre os maiores PIBs das cidades. É a 10ª maior capital – cinco cidades do Rio e de São Paulo que não são capitais estão à frente de Goiânia.  Contudo considero o resultado aquém do seu potencial histórico, econômico e urbano. 

Imediatamente à frente, tem-se três cidades: Fortaleza, Salvador e Niterói, que estão em ritmo de expansão inferior ao de Goiânia. Se mantido o ritmo, serão em poucos ou alguns anos ultrapassadas, colocando a capital de Goiás na 12ª posição, chegando em uma faixa de cidades paulistas que estão crescendo no mesmo ritmo da capital goiana – Guarulhos e Campinas (10ª e 11ª, respectivamente). 

Avaliando os dados isoladamente, são positivos, mas escondem uma realidade mais profunda: nas últimas décadas, Goiânia cresceu de forma irregular, oscilante, sem um projeto contínuo que traduza sua vocação e ambição como metrópole regional. 

Cresce organicamente pela força da economia, mas não existe um projeto de longo prazo que direcione essa evolução por décadas. O ‘síndico’ e o ‘zelador’ (Executivo e Legislativo) vão conduzindo no rumo escolhido a cada mandato, sem seguir regimento interno definido pelos ‘proprietários’ da cidade. 

Ausente e mudo, o cidadão não é dono, é usuário. O dono passa a ser o zelador e/ou o síndico. Em Goiânia, não existem (como já existiram no passado) grupos independentes apartidários ou representados por vários segmentos sociais, que, de fato e direito, validem e cobrem por uma cidade diferente da que está na cabeça do sujeito que a dirige. Sem juízo de valor, seja este de boa ou má-fé, a cidade é uma construção coletiva. 

Esses ciclos muito distintos de gestão são um risco para a cidade. Se algumas administrações estruturaram a cidade e deixaram legados claros, outras são tímidas (para não dizer incompetentes), paroquiais e desprovidas de visão estratégica. O resultado é uma capital sem um plano central, refém de vontades episódicas e de mandatos curtos e direcionados para atender grupos de influência, como igrejas, setores empresariais e partidos – quando não, e é o que mais acontece, o interesse pessoal dos próprios mandatários nos dois Poderes.

Há também uma mea culpa necessária. O cidadão aceita, de forma silenciosa, a troca constante de modelos, sem questionar que cidade deseja. Quando não nos posicionamos, alguém decide por nós. Ou pior: decide o que quer que a gente queira. 

O Centro da capital, por exemplo, já foi submetido a quase uma dezena de procedimentos, cada um diferente do outro, desde os anos 1990. Muito pouco sobrou ou ficou de um projeto para o outro. É um espaço com baixa identidade, assim como o restante da capital – onde falta personalidade e sobram camadas de ideias baratas e superficiais. 

Esse exemplo do setor central reflete Goiânia como um todo: uma cidade sem personalidade, que de tanta plástica barata e procedimento tampão, logo vai parecer uma cidade artificial, velha e deformada – que, muitas vezes, se comporta como uma cidade menor do que é. 

Goiânia precisa de uma agenda para os seus 100 anos.

Leandro Resende,

editor-chefe
Linkedin: leresende

Tags: EconomiaGoiâniaGoiásPIB
Postagem anterior

Gestão Estratégica: Os Três Pilares de uma Organização Bem-Sucedida

Próximo Post

Mercado de Luxo

Leitura Estratégica

Leitura Estratégica

Próximo Post
Mercado de Luxo

Mercado de Luxo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fique conectado

  • 23.9k Followers
  • 99 Subscribers
  • Tendências
  • Comentários
  • Mais recente
Perfil: Silvana de Oliveira

Perfil: Silvana de Oliveira

setembro 13, 2025
Novo escritório de advocacia alinha direito e estratégia para impulsionar empresa

Novo escritório de advocacia alinha direito e estratégia para impulsionar empresa

agosto 23, 2025
Lei dos Super-ricos? Mais um Frankenstein tributário

Lei dos Super-ricos? Mais um Frankenstein tributário

dezembro 6, 2025
Perfil:  Professor Carlos André

Perfil:  Professor Carlos André

agosto 23, 2025
Empresa goiana conquista prêmio de maior revenda de irrigação da América Latina

Empresa goiana conquista prêmio de maior revenda de irrigação da América Latina

0
Um olhar sobre as relações de consumo no Brasil, China e Panamá

Um olhar sobre as relações de consumo no Brasil, China e Panamá

0
Sesc oferece benefícios exclusivos ao trabalhador do comércio

Sesc oferece benefícios exclusivos ao trabalhador do comércio

0
Caso Lojas Americanas e a credibilidade das auditorias Big Four

Caso Lojas Americanas e a credibilidade das auditorias Big Four

0
Goiás passa vergonha na Lei Rouanet

Goiás passa vergonha na Lei Rouanet

janeiro 31, 2026
Perfil: Jackson Abrão

Perfil: Jackson Abrão

janeiro 31, 2026
Saga Malls assume gestão do Aparecida Shopping

Saga Malls assume gestão do Aparecida Shopping

janeiro 31, 2026
Agronegócio brasileiro fecha 2025 com recorde em exportações

Agronegócio brasileiro fecha 2025 com recorde em exportações

janeiro 31, 2026

Notícias recentes

Goiás passa vergonha na Lei Rouanet

Goiás passa vergonha na Lei Rouanet

janeiro 31, 2026
Perfil: Jackson Abrão

Perfil: Jackson Abrão

janeiro 31, 2026
Saga Malls assume gestão do Aparecida Shopping

Saga Malls assume gestão do Aparecida Shopping

janeiro 31, 2026
Agronegócio brasileiro fecha 2025 com recorde em exportações

Agronegócio brasileiro fecha 2025 com recorde em exportações

janeiro 31, 2026
Revista STG

Trazemos as notícias mais relevantes, atualizadas e importantes do mercado, tudo em um só lugar.

Siga-nos

Navegar por categoria

  • Accountability
  • Advocacia
  • Almanaque Estratégico
  • Artigos
  • Blog
  • Capacitação
  • Carreira
  • Consumo
  • Direito
  • Diretoria
  • Empresas
  • Ensaio
  • Entrevista
  • Eventos
  • EXECUTIVOS: LINHA DE FRENTE
  • Expansão
  • Justiça do Trabalho
  • Legislação
  • Mercado de Luxo
  • Negócios
  • Perfil
  • Premiação
  • Revista
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Últimas

Notícias recentes

Goiás passa vergonha na Lei Rouanet

Goiás passa vergonha na Lei Rouanet

janeiro 31, 2026
Perfil: Jackson Abrão

Perfil: Jackson Abrão

janeiro 31, 2026
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista

© 2025 Leitura Estrategica - Desenvolvido por WB Sistem.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista

© 2025 Leitura Estrategica - Desenvolvido por WB Sistem.