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Goiânia: capital da motovelocidade no Brasil 

Retorno da MotoGP deixa saldo positivo para economia, mas avaliação é que é necessário corrigir erros, principalmente relacionados à pista

Leitura Estratégica por Leitura Estratégica
março 28, 2026
em Negócios
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Goiânia: capital da motovelocidade no Brasil 
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A MotoGP 2026 em Goiânia, realizada de 20 a 22 de março no Autódromo Ayrton Senna, marcou o retorno do Brasil ao cenário mundial (a última prova no País foi em 2004, e, em Goiás, no ano de 1989. Com público recorde de 148.384 pessoas ao longo de três dias e transmissão para mais de 200 países, o evento entregou emocionantes corridas nas pistas e trouxe números positivos para a economia de Goiás, com projeção internacional. 

Levantamento realizado pelo Observatório de Turismo de Goiás em parceria com órgãos estaduais e municipais revela que turistas de outros Estados e países tiveram gasto médio total de R$ 6.856,28 durante a estadia, sendo R$ 2.703,40 no evento e R$ 4.152,88 com despesas em Goiânia. A permanência média foi de quatro noites, o que representa um gasto diário de aproximadamente R$ 1.038,22 por visitante, incluindo hospedagem, alimentação, transporte, lazer e compras. 

A pesquisa ainda identificou ampla diversidade na origem dos participantes. Ao todo, foram registrados visitantes de 20 países e 25 estados brasileiros. Apenas 31,7% do público era residente em Goiânia, o que reforça o caráter turístico do evento. Entre os estrangeiros, Espanha e Argentina lideram com 18,5% dos cadastros, seguidas por Colômbia, Inglaterra e França, com 7,4% cada. No cenário nacional, após Goiás, destacam-se turistas de São Paulo (22,5%), Minas Gerais (5,8%), Paraná (5,6%) e Santa Catarina e Distrito Federal (4,1% cada).

Uma estimativa, divulgada antes do evento pelo Instituto Mauro Borges (IMB), já apontava que a movimentação financeira seria de cerca de R$ 870 milhões na economia goiana somente com a chegada de cerca de 100 mil turistas à capital. Para o presidente da Goiás Turismo, Roberto Naves, os números reforçam a relevância do evento. “Estamos falando de um público qualificado, que movimenta diversos setores e fortalece a imagem de Goiânia e do Estado como destino preparado para receber visitantes do Brasil e do mundo”, afirmou.

Mas é preciso melhorar

Nem a grande vitória do italiano Marco Bezzecchi na corrida principal, nem o espetáculo do espanhol Marc Márquez, na conquista da prova Sprint da MotoGP, foram suficientes para que a primeira etapa que marcou o retorno do Mundial de Motovelocidade a Goiânia recebesse nota dez da mídia e do público. 

No sábado, 21, um buraco abriu na reta principal às vésperas do início da classificação da Moto3. O problema ocorreu,porque o cano de drenagem da Saneago arrebentou e a água levou a terra toda para baixo, o que fez com que o asfalto cedesse no local. Foram cerca de duas horas de atividades intensas na reta com o corte do asfalto, correção do problema do solo e aplicação de nova capa asfáltica para garantir a continuidade da programação do dia. 

Devido ao problema, houve atraso de 80 minutos para o início da corrida sprint. Posteriormente, foi realizada a classificação da Moto3, enquanto a definição do grid de largada da Moto2 foi transferida para o domingo, 22. Mesmo com a dificuldade, a Federação Internacional de Motociclismo (FIM) destacou que o problema foi imediatamente atendido e reparado, após uma rápida resposta do circuito. 

Carlos Ezpeleta, diretor esportivo da MotoGP Sports, empresa responsável pela categoria, garantiu, em entrevista ao site motorsport.com, que tratou-se de uma situação totalmente inesperada. “Já tivemos problemas de superfície várias vezes, mas nada tão específico em um ponto só”, explica. Para Ezpeleta, a chuva é o grande causador de todo o problema, revelando outras questões que a reforma não havia identificado anteriormente.

“Chove nessa época, mas o volume das últimas semanas foi muito alto. Isso já causou problemas parecidos em outros circuitos, porque o solo se movimenta”, avalia.

Carlos Ezpeleta

O GP do Brasil de MotoGP encerrou com mais um contratempo, o domingo trouxe uma redução na corrida da classe principal em oito voltas por conta das condições do asfalto entre as curvas dez e 12. O anúncio foi feito com menos de cinco minutos para o início da volta de apresentação, diminuindo a prova de 31 para 23 voltas. Após o fim da corrida, os pilotos compareceram à sala de imprensa para as coletivas com os jornalistas e a história era a mesma para todos: o asfalto que se soltava no trecho final da pista voava em direção a eles, com algumas pedras causando impactos reais e deixando alguns ferimentos leves.

Em nota, a organização do evento admitiu que, devido ao calor, uma faixa específica no lado esquerdo do asfalto da curva 12 apresentou deterioração causada por problemas de aplicação, o que gerou transtornos. Ainda afirmou que está avaliando os pontos identificados e trabalhando em conjunto com as partes envolvidas para aprimorar a infraestrutura do autódromo, que recebe a MotoGP novamente em 2027.

Aprendizado e balanço positivo

O jornalista goiano Téo José, que fez a narração da corrida para todo o Brasil pela Band, destaca mais dois problemas: o paisagismo no entorno do autódromo e a dificuldade com o transporte coletivo. “Ainda tinha terra, grama colocada em cima da hora. Além disso, faltou ônibus no sábado para as pessoas deixarem o autódromo”, avalia. 

Mesmo assim, ele acredita que as soluções são simples e que não existe nada grave que não possa ser resolvido para o ano que vem. “Isso nos tranquiliza. Espero que a base dessas pessoas que organizaram o evento deste ano permaneça, pois já conhece os problemas”, ressalta. 

Téo acredita que a imagem que ficou é positiva para Goiânia. “Uma cidade que recebeu bem as pessoas, agradável e segura. Essa mensagem a gente deixou para o mundo. Aqui, existe um lugar para se visitar, para se morar e fazer grandes eventos”, acredita.

Téo José

O secretário-geral de Governo de Goiás, Adriano da Rocha Lima, afirma que todo esforço do Executivo Estadual, que, em um ano e meio, conseguiu assinar contratos, fazer toda a obra no autódromo e proporcionar o evento ao público. Para ele, a MotoGP já é um divisor de águas para Goiânia. “Esse autódromo todo reformado é o único do Brasil com certificação da FIM para receber a MotoGP e está pronto também para outras grandes corridas de moto e veículos. Estamos preparados para evoluir ainda mais e colocar Goiás no centro do esporte a motor da América Latina”, afirma. 

O gerente do autódromo, Roberto Boettcher, admite que a chuva atrapalhou, mas afirma que o balanço final foi muito positivo. “Só recebi elogios e agradecimentos em todos os sentidos. As pessoas ficaram maravilhadas com o acolhimento e a segurança de Goiás. Em outros Estados, os turistas teriam medo de suas motos serem roubadas, aqui, não”, avalia. 

A respeito das críticas recebidas pelos problemas na pista, Boettcher rebate: “Esse é o primeiro de cinco anos de contrato. Em 2027,  vamos deixar ainda melhor e acertar o que precisa ser corrigido. No primeiro ano, outros países tiveram problemas muito maiores que a gente”, ressalta. 

O acordo entre o Governo de Goiás e a empresa responsável pela MotoGP prevê a realização da competição em Goiânia até 2030. Para receber a maior categoria do motociclismo do planeta, o Autódromo Internacional Ayrton Senna passou por uma ampla reconstrução estrutural. Foram investidos R$250 milhões em obras de modernização, adequação tecnológica e segurança, preparando o circuito para atender às exigências internacionais da competição.

Pontos positivos

Impacto econômico: O evento movimentou cerca de R$ 870 milhões na economia local;

Turismo e Visibilidade: Atraiu aproximadamente 100 mil pessoas, com gasto médio por turista entre R$ 6.800 e 7.000. Mais de 50% das passagens emitidas foram para público internacional, destacando a visibilidade global da cidade;

Geração de empregos: Estima-se a criação de cerca de 5 mil postos de trabalho diretos e indiretos;

Modernização do autódromo: O Governo de Goiás investiu R$ 250 milhões em reformas, incluindo reasfaltamento, novas áreas de escape e um viaduto de acesso ao paddock;

Consolidação no calendário: A homologação pela FIM e o contrato de cinco anos (até 2030) garantem Goiânia como a “casa do mundial” no Brasil. 

Pontos negativos

Degradação da pista: Fortes chuvas causaram acúmulo de sujeira e desgaste acelerado do asfalto, o que gerou riscos à segurança dos pilotos;

Alterações na corrida: Devido à degradação do piso, a prova principal precisou ser reduzida para 23 voltas;

Falhas no planejamento: Houve críticas sobre a execução das obras e a capacidade de drenagem da pista. Um buraco foi aberto na reta principal, atrasando a programação;

Transporte coletivo: O público relatou filas e problemas de transporte, principalmente na saída do autódromo.

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