Está faltando no dia a dia de muita gente: a conexão e a sensação de importar prá alguém.
Sem pertencimento não existe bem-estar. E sem conexão, não existe inclusão.
No meio de tanta inovação, o desafio continua sendo humano.
O futuro exige coragem para abandonar modelos que já deram certo
O risco real da IA não é nos substituir, é nos tornar irrelevantes
A Gen Z está adulta, mas ninguém ensinou o que fazer com a ansiedade que veio junto
As marcas que mais crescem são as que fazem as pessoas sentirem que pertencem a algo
Micro-comunidades de 8 a 15 pessoas vencem grandes redes contra a solidão
Vulnerabilidade gera 55% mais confiança do que perfeição
No futuro, pode acontecer algo curioso: o cliente ouvir primeiro a IA, e só depois o vendedor
Economia da atenção (mais radical do que nunca): As pessoas mudam de foco em menos de um minuto. Por isso, histórias viraram a principal forma de capturar atenção
Antes, storytelling era visto como comunicação. Agora começa a ser tratado como estratégia de negócio
Empresas e profissionais precisam invertir em aprendizado contínuo, adaptação às mudanças tecnológicas e interseção de conhecimento entre áreas distintas
Vivemos uma epidemia de solidão na era da hiperconectividade
Criadores de conteúdo devem enfrentar desafios como queda de investimentos, Burnout, corte de parcerias com plataforma e desmonetização. Mercado de US$ 500 bilhões
Era de ascenção dos micro e nano influenciadores, além de maior presença de creators em TV e cinema
Games precisam se reinventar. Setor precisa de novos modelos de monentização, além de narrativas imersivas. Após crescer 700%, caiu 7% nos últimos três anos














