Durante anos, quem aparecia no Google vendia. Hoje, cada vez mais pessoas ignoram a busca tradicional e perguntam direto à inteligência artificial qual empresa contratar, em quem confiar ou qual serviço vale mais a pena. A IA responde, e essa resposta já influencia decisões reais de compra.
O problema é que a IA não recomenda quem anuncia mais. Ela recomenda quem constrói autoridade, quem explica com clareza, quem educa o mercado e aparece de forma consistente em contextos confiáveis. Empresas que não trabalham esse posicionamento simplesmente ficam fora da conversa, mesmo oferecendo bons produtos ou serviços.
Na prática, não ser citado pela IA virou o novo não existir. O cliente não te vê, não te compara e não te escolhe. O dinheiro vai para quem aparece primeiro nas respostas, quase sempre o concorrente que entendeu esse movimento antes.
Esse cenário ainda está no começo e abre uma grande oportunidade. Quem se posicionar agora pode se tornar referência no próprio mercado e passar a ser lembrado naturalmente pela IA. A diferença entre observar esse movimento ou liderá-lo define quem cresce nos próximos anos.

Carlos Monteiro,
Especialista em UX, Estratégia Digital e Experiência do Cliente














