2026: o que preveem os especialistas
Rafael Mesquita
O ano de 2025 na economia brasileira foi marcado por um crescimento do PIB moderado, inflação dentro da meta e um mercado de trabalho pujante, mas com sinais de desaceleração no segundo semestre. Ainda foi um ano de “virada de chave”, consolidando a Reforma Tributária como irreversível e focada no planejamento e execução das mudanças, preparando o terreno para o futuro e os impactos diretos na gestão fiscal e nos balanços patrimoniais.
Para 2026, os desafios incluem a manutenção da estabilidade fiscal, a gestão da política monetária em meio a juros ainda altos e a busca por um crescimento com maior densidade industrial, evitando políticas populistas em ano eleitoral.
Ouvimos especialistas de diversas áreas sobre as perspectivas para o ano que chega, previsões econômicas e, claro, o palpite para a Copa do Mundo de futebol que vem aí. Confira todas as informações em https://leituraestrategica.com.br/
Leia agora a opinião de Carlos André:
Em 2026, as minhas empresas e meu escritório têm grandes expectativas nas respectivas áreas de atuação. O Instituto Carlos André, escola de excelência em língua portuguesa e em redação para vestibulares e concursos; o Carlos André Advocacia e Consultoria especializado em atos normativos: e a Academia da Comunicação, centro de excelência em palestras e em cursos e em mentoras para advogados e para empresários.
O Instituto Carlos André, reconhecidamente o melhor do Centro-Oeste na preparação para concursos e para vestibulares vê tendência de aumento de alunos, porque 2025 e 2026 concentram muitos concursos de tribunais e de carreiras fiscais, além de vestibulares exigentes como FUVEST, ITA, IME.
O Instituto Carlos André chega ao novo ano amadurecido por mais de quinze anos de história e dezenas de milhares de alunos muitos deles hoje juízes, advogados e servidores públicos aprovados nas principais provas do Brasil. Isso me permite projetar para 2026 uma atuação ainda mais focada em desempenho: mais simulados, mais redações corrigidas individualmente, mais análise fina daquilo que realmente cai na prova, sempre com a metodologia que ensina a pensar a gramática, e não apenas decorá-la.
O Carlos André Consultoria e Advocacia, na área de redação de atos normativos e de linguagem simples para órgãos públicos estaduais, vê 2026 como um ano de consolidação. A sanção da Política Nacional de Linguagem Simples e a adoção dessa diretriz em tribunais e órgãos estaduais indicam forte expansão de assessorias para revisão de atos normativos, portarias, resoluções e comunicações oficiais. Em Goiás, com tribunais com o selo de linguagem simples e órgãos valorizados, cresce o espaço para formação interna de equipes, elaboração de manuais e acompanhamento contínuo da cultura de escrita clara. A experiência acumulada na elaboração de manuais, na consultoria a tribunais e na produção de peças normativas mostra o tamanho da demanda por textos claros, tecnicamente corretos e juridicamente seguros. A nova lei de Linguagem Simples, somada ao movimento de legística séria, abre espaço para ampliar assessorias, formar equipes internas e deixar um legado de clareza e segurança jurídica na administração pública.
Por fim, a Academia da Comunicação deve crescer muito nos cursos de comunicação para advogados e para empresários, em 2026. Devemos aumentar 50% do faturamento da empresa com mentoras e com cursos de formação de profissionais capazes de escrever e de falar com o Judiciário com precisão, com respeito e com persuasão, bem como de empresários que tenham persuasão e credibilidade por meio da comunicação. A Academia entende que – em um mundo competitivo como o direito e das empresas – comunicação é poder.

Carlos André Pereira Nunes, Linguista, professor, advogado, empresário. Considerado a maior referência em Língua Portuguesa e em Comunicação de Alta Performance de Goiás, é fundador do Instituto Carlos André, do Carlos André Advocacia e Consultoria, e da Academia da Comunicação. É conselheiro decano da OAB Goiás, presidente da Comissão de Linguagem da OAB Nacional, coordenador da Escola Nacional da Advocacia, representante da OAB Nacional no Senado da República para Assuntos Linguísticos; diretor da ACIEG; colunista do Jornal O Popular e da CBN Goiânia.














