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Início Negócios

Nova ordem mundial

Guerras e tarifas inauguram uma era de rupturas

Leitura Estratégica por Leitura Estratégica
janeiro 24, 2026
em Negócios
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Nova ordem mundial
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O termo ‘nova ordem mundial’ significa, em geopolítica, uma mudança drástica no equilíbrio de poder global. Essa ruptura marca o atual cenário, de pouco acordo e muito conflito, tarifaços, invasão de fronteiras e até o sequestro de um chefe de Estado – a dinâmica global rompeu moldes que muitos julgavam consolidados desde o fim da Guerra Fria. 

Um leve suspiro neste cenário sufocante, que seria o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, bateu na trave, parando no Parlamento europeu. A guerra energética e a luta por minérios incrementam esse conflito, que não é aleatório, mas também econômico.

O mundo vive um rearranjo profundo de poder em que normas pacíficas da diplomacia dão lugar a ações diretas e confrontos estratégicos entre grandes potências e nações menores. A invasão da Ucrânia pela Rússia, ainda sem resolução definitiva, continua a marcar uma era de confrontos militares prolongados e reconfiguração de alianças. 

Ao mesmo tempo, a atuação dos Estados Unidos, sob pressão de sua política externa, tem sido apontada por analistas como imperialista, com operações como a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e ameaças diretas que desafiam o direito internacional, inclusive envolvendo a Groenlândia. Essas ações ecoam em um sistema internacional que passa por um intenso processo de multipolaridade, com potências como China e Rússia disputando influência econômica e estratégica em diferentes regiões. 

Conflitos no Oriente Médio entre Israel, palestinos e Irã, tensões fronteiriças na África e rivalidades geoeconômicas entre grandes blocos, como União Europeia, Mercosul e Brics, reforçam que não falta conflito nem arena de disputa. A nova ordem mundial começa a ser desenhada não por uma diplomacia tradicional, mas pela força, interesses econômicos e geopolíticos, desafiando instituições como ONU e regras estabelecidas ao longo do século 20.

Acordo entre o Mercosul e a União Europeia: Um tratado, muitos desafios

Anna Bastos, Sócia-fundadora do BNT Advogados

O Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a União Europeia voltou ao centro das discussões econômicas globais após o Parlamento Europeu decidir encaminhar o texto do tratado ao Tribunal de Justiça da União Europeia para análise jurídica. A medida suspende temporariamente o processo de ratificação e reforça a complexidade institucional de um acordo negociado ao longo de mais de duas décadas, desde seu lançamento formal, em 1999. 

Ainda que o avanço político tenha sido interrompido, o debate sobre seus impactos estruturais para o Brasil permanece relevante, sobretudo diante do potencial de transformação do ambiente de negócios e do reposicionamento do País no comércio internacional.

O acordo prevê a criação de uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, reunindo aproximadamente 780 milhões de consumidores e economias que, juntas, representam parcela expressiva do Produto Interno Bruto global. Do ponto de vista econômico, o tratado busca reduzir barreiras tarifárias e não tarifárias, ampliar o acesso a mercados, aumentar a previsibilidade jurídica e estimular o fluxo de investimentos entre os dois blocos. 

Para o Brasil, maior economia do Mercosul, a iniciativa é vista como estratégica em um cenário de fragmentação do comércio internacional, reconfiguração das cadeias globais de valor e aumento das disputas geopolíticas.

Entre os principais compromissos do acordo está a eliminação gradual de tarifas sobre cerca de 90% do comércio bilateral ao longo de um período de até quinze anos. A expectativa é de impacto direto sobre setores tradicionais da economia brasileira, como agronegócio, alimentos e bebidas, carnes, açúcar, etanol, café e suco de laranja, além de segmentos industriais, como máquinas, equipamentos, produtos químicos, farmacêuticos, cosméticos e bens de maior valor agregado. 

Ao mesmo tempo, a abertura do mercado doméstico à concorrência europeia tende a pressionar empresas brasileiras a ganhos de eficiência, inovação e produtividade.

Apesar do avanço técnico das negociações, a ratificação do tratado enfrenta resistências internas na União Europeia. A decisão do Parlamento Europeu de submeter o acordo à avaliação do Tribunal de Justiça do bloco reflete questionamentos jurídicos e políticos relacionados à divisão de competências entre os Estados-membros, bem como preocupações ambientais, sanitárias e regulatórias. O processo de análise, que pode se estender por até dois anos, mantém o acordo em compasso de espera e adiciona incertezas ao calendário de implementação.

Mesmo diante da suspensão temporária, analistas avaliam que os efeitos do acordo já influenciam decisões estratégicas de empresas e investidores. A expectativa de maior integração econômica com a União Europeia reforça o interesse de grupos estrangeiros pelo mercado brasileiro, especialmente em setores ligados à transição energética, infraestrutura, inovação, tecnologia, bioeconomia e agronegócio sustentável. 

A União Europeia permanece como uma das principais fontes de investimento estrangeiro direto no País, e a consolidação do acordo tende a ampliar esse fluxo no médio e longo prazo.

Nesse contexto, a capacidade das empresas brasileiras de se adaptarem aos padrões regulatórios europeus torna-se um fator determinante de competitividade. 

O mercado europeu impõe exigências rigorosas em áreas como sustentabilidade, rastreabilidade, proteção de dados, segurança sanitária, governança corporativa e critérios ESG. O acesso a esse mercado exige não apenas competitividade de preços, mas conformidade regulatória, transparência, controles internos e estruturas de gestão capazes de atender a padrões internacionais cada vez mais sofisticados.

A adoção de práticas consistentes de governança corporativa emerge, portanto, como elemento central para a inserção internacional das empresas brasileiras. Organizações com estruturas decisórias claras, gestão de riscos, compliance efetivo, demonstrações financeiras confiáveis e planejamento estratégico bem definido tendem a apresentar maior capacidade de atrair capital estrangeiro, estabelecer joint ventures e integrar cadeias globais de valor. A profissionalização da gestão passa a ser não apenas um diferencial competitivo, mas um requisito para acesso a mercados internacionais.

Para o setor empresarial, o Acordo Mercosul–União Europeia deve ser compreendido como um vetor de transformação estrutural, independentemente do ritmo político de sua implementação. O tratado sinaliza uma tendência irreversível de elevação dos padrões regulatórios, integração econômica e exigência de governança no comércio global. 

Empresas que anteciparem esse movimento, investindo em estrutura jurídica, eficiência operacional e conformidade internacional, estarão mais bem posicionadas para capturar oportunidades de crescimento, investimentos e parcerias comerciais em um ambiente econômico cada vez mais competitivo.

Venezuela: o século começou aqui 

RODRIGO CONTRERA, jornalista, especialista em real estate, e ator. Formado em Filosofia e Jornalismo pela Universidade de São Paulo, tendo mais de 25 anos de experiência como jornalista investigativo e técnico

Rodrigo Contrera, jornalista, especialista em real estate, e ator. Formado em Filosofia e Jornalismo pela Universidade de São Paulo, tendo mais de 25 anos de experiência como jornalista investigativo e técnico.

Dizem que o século 21 começou realmente com o atentado às Torres Gêmeas. Hobsbawm, o grande historiador marxista, dizia que o século 20 havia começado com a Revolução Russa de 1917. Pois bem. O século 21, na verdade, está começando agora, com os últimos eventos da Venezuela. Por que isso? Porque esse sequestro de Maduro expressa claramente, pela primeira vez em décadas, um novo contexto mundial. 

Com esse sequestro, o respeito à soberania formal das nações desapareceu. Um mandatário, seja qual fosse sua denominação ou algo parecido, foi tirado de seu país, à força e sem possibilidade de defesa, e entregue de forma unilateral à Justiça de outra nação, embasada em acusações que logo se provaram falsas. Sendo assim, nem territórios são mais considerados invioláveis (inclusive no mar ou no espaço), as determinações geográficas e geopolíticas dependem das conveniências do momento. Quem tem força bruta cria uma nova situação de fato, as leis ou normas, acordos ou contratos não existem mais ou não funcionam ou não existem para valer ou funcionar, e, portanto, qualquer medida de ordem caiu imediatamente por terra. 

O que veio a seguir, no caso, com os distúrbios e a repressão no Irã e as ameaças ou barganhas para os Estados Unidos tomarem posse da Groenlândia sem qualquer motivo real (dado que as intenções da Rússia e da China são, no máximo, meras conjecturas) são, em ambos os casos, meras consequências. Isso também estabelece uma nova ordem para além das verdades, verdades, pós-verdade, ou algo parecido. 

Não é preciso sequer desculpa para se tomar territórios sem qualquer cuidado. Com isso, batalhas e guerras não precisam de justificativas e, ainda mais, não devem jamais acabar, pois nenhum espaço normativo real existe mais.

Antes de falar nas consequências disso para os negócios, a economia e a estabilidade necessária para algo que vá além das vendas diárias e para projetos quaisquer, vou falar brevemente por que esse novo contexto não é apenas pontual ou fruto do acaso, ou mesmo fruto da mente de Trump. E, depois da questão relativa aos negócios, comentarei algo sobre os últimos fatos na Venezuela. 

Trump não é apenas um ator isolado nisto tudo. Ele representa, embora muitos neguem, um estado de coisas que criou em boa parte a nossa visão de Ocidente, que se expressa, por exemplo, no mapa predominante a todos aqui desse lado do mundo (esse que distorce medidas e privilegia o hemisfério Norte), assim como a visão de uma política de conquista e de exploração que subjaz e satisfaz a maioria das multinacionais, em todo o mundo, que apoiam essa forma de lidar com os negócios. 

É por isso que, por trás desse cenário, há mais que uma guerra de civilizações, ou uma disputa entre capitalismo e socialismo, a base em que a política se origina: da ordem baseada na rapinagem e opressão, que ambos os modelos encaram de forma diferente. 

Na China, a ordem subjaz à sociedade, e é anterior ao Direito. Na chamada democracia, o Direito antecipa a necessidade da ordem, mas ele já não praticamente existe, no sentido geopolítico, e a maioria dos atores, se não concorda, da anuência explícita a isso, porque sustenta econômica e logisticamente esse estado de coisas. As disputas, então, são meramente nominativas, quem domina e por qual período de tempo. Até vir outro e fazer o mesmo. 

A Venezuela é um País riquíssimo, com riqueza dificílima de explorar, por fatores não especialmente econômicos ou de infraestrutura, e que iria permanecer assim se os Estados Unidos não tivessem se dispostos a cometer esse golpe na história mundial. 

A condição venezuelana de refém criou um precedente que ameaça totalmente a estabilidade mundial, e cujas repercussões vão muito além da geopolítica, expressando a nova-velha realidade da opressão militar e de repercussões que podem, além de destruir o País internamente, espalharem-se por todo o subcontinente latino-americano, especialmente o Brasil. 

Esse jogo desestabilizou o subcontinente também por causa de atores atualmente silenciosos, de um ultradireitista à Presidência do Chile, e a apuração do envolvimento de Maduro com negociações fraudulentas com o crime internacional, não apenas o tráfico de drogas. 

Pois, embora a acusação de Trump tenha se mostrado falsa, a conexão da Venezuela chavista com o crime como negócio geopolítico estava minando aquele país silenciosamente por meio de seu regime castrista, extremamente violento e essencialmente corrupto. Ponto para Trump? Não é possível ainda saber.

Irã, o vértice de relações triangulares no Oriente Médio?

Adriano Pires de Almeida, Doutor em Estudos Estratégicos Internacionais, UFRGS

As relações entre os países do Oriente Médio e deles com o resto do mundo podem ser analisadas muito além das questões religiosas e/ou das relacionadas ao petróleo (embora comumente sejam analisadas sob os olhares da geopolítica ou dos estudos estratégicos).

Nesse sentido, proponho, aqui, uma análise dessas relações sob o ponto de vista da economia de guerra a partir de dois cenários distintos nos quais o Irã tem ocupado posição destacada. No primeiro cenário, temos o triângulo EUA-Irã-Iraque e, no segundo, o triângulo EUA-Irã-Israel. É importante destacar que outros cenários, como, por exemplo, o triângulo EUA-Irã-Arábia Saudita, também são possíveis, mas que, em qualquer que seja o cenário, o Irã desempenha o papel de vértice (que significa tanto o inimigo a ser combatido quanto o agente gerador de demandas por armamentos entre os países daquela região).

A Revolução Iraniana (1979) derrubou a monarquia autocrática do xá Mohammad Reza Pahlevi e instituiu a República Islâmica do Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, os EUA, que eram aliados de Reza Pahlevi, perderam a sua influência sobre o País. 

Após os eventos de 1979, ainda sob o governo do presidente Jimmy Carter, os EUA romperam as relações com o Irã e instituíram contra o País um mecanismo de pressão política ancorado em sanções econômicas.

Nos anos 1980, além de aprofundar a aplicação de sanções econômicas e de classificar o Irã como terrorista, o governo do presidente Ronald Reagan passou a apoiar o governo iraquiano, sob o comando de Saddam Hussein, na guerra Irã-Iraque entre 1980 e 1988. 

Mais tarde, foi descoberto que os EUA desempenharam uma dupla atuação no conflito por meio do caso Irã-Contras, pois o governo estadunidense vendia armamento tanto para o Iraque quanto para o Irã. O dinheiro obtido com a venda secreta de armamento para o Irã era usado para financiar ações do grupo paramilitar Contras, na Nicarágua. Nesse cenário, o Irã foi usando como vértice do triângulo para girar a economia de guerra em favor dos EUA.

Os governos dos presidentes George H. W. Bush (1989-1993) e Bill Clinton (1993- 2001) aprofundaram a aplicação das sanções econômicas contra o Irã. O presidente Clinton acusou o governo iraniano de usar os investimentos externos para fabricar armas de destruição em massa de modo que as empresas estadunidenses foram proibidas de realizar investimentos no Irã, inclusive no setor do petróleo. 

Os governos de George W. Bush (2001-2009) e Barack Obama (2009-2017) também aplicaram sanções econômicas contra o governo iraniano. Nesse ponto, é importante mencionar que, em 2015, os EUA, a Rússia, a China, o Reino Unido, a Alemanha e a França firmaram um acordo nuclear com o Irã no qual se comprometiam em suspender as sanções econômicas impostas ao País em troca da interrupção do seu programa nuclear.

Em 2018, o governo do presidente Donald Trump (2017-2021) retirou os EUA do acordo nuclear de 2015 e retomou a política de imposição de sanções econômicas contra o Irã. 

Para os especialistas em Oriente Médio, a decisão  foi fortemente influenciada pela desconfiança de Israel e Arábia Saudita de que o governo iraniano não estaria cumprindo integralmente com os termos do acordo nuclear e de que o País estaria avançando em seu programa de enriquecimento de urânio com intuito claro de obter armas nucleares. 

Outro ponto ressaltado, é o fato de que, no caso de um conflito direto com o Irã, a economia de guerra favoreceria os interesses econômicos e bélicos estadunidenses, incluindo os interesses do chamado lobby israelense, que é dono do mercado financeiro dos EUA. 

O governo do presidente Joe Biden (2021-2025) descongelou, para fins humanitários (compra de alimentos e medicamentos), US$ 6 bilhões em ativos iranianos em troca da libertação de seis cidadãos estadunidenses presos no País. O governo Biden foi duramente criticado por flexibilizar o mecanismo de pressão contra o Irã, de modo que o atual primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sugeriu que qualquer ataque iraniano ao seu País seria responsabilidade dos EUA.

Atualmente, em seu segundo mandato, o presidente Donald Trump, que parece estar provocando o desmoronamento da ordem internacional, tem atuado em diversas frentes, iniciando ou se envolvendo em guerras para além de suas fronteiras com o duplo objetivo de tirar o foco da opinião pública estadunidense das questões socioeconômicas internas para as questões das ameaças externas, como o narcoterrorismo na Venezuela (o que justificou o bombardeio ao País e a “deposição” de Nicolás Maduro ou o hipotético interesse da Rússia e China na Groenlândia), e, também, com o objetivo de fortalecer a economia de guerra em prol de sua indústria bélica.

Nesse cenário, podemos dizer que o governo israelense tem buscado, por meio do seu lobby, atrair a atenção dos EUA para a questão Israel-Irã de modo que recentemente o governo Trump impôs tarifas de 25% aos parceiros comerciais do Irã e tem considerado a possibilidade de intervir militarmente no território iraniano. Portanto, a presença dos EUA nessa questão garante que Israel mantenha a sua posição de hegemonia na região e oferece aos EUA a certeza de que a instabilidade beneficia o estabelecimento de acordos de compra e venda de seus armamentos.

Tags: GeopolíticaMundoNova ordem mundialPoder global
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