• Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Revista STG
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Revista STG
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Início Artigos

2026 versus a doença mortal da desatenção

Leitura Estratégica por Leitura Estratégica
janeiro 3, 2026
em Artigos
0
2026 versus a doença mortal da desatenção
0
COMPARTILHAMENTOS
5
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

A era da atenção embute o risco de se tornar, para muitos, a era da desatenção. A doença crônica dos adultos infantilizados pela tela e pela vida. Tudo quer sua audiência, mas o olhar, quando erra, vira distração. Todo excesso é vício.

As perguntas de um milhão de views são: quanto vale sua atenção para você? Você está atento a quê? Aos amigos, aos vídeos, ao vivo, aos vícios? Você está atento a você? Você vê onde você anda?

Você se tornou um post ambulante sedento por curtida aleatória?

Você nega ou assume o quanto essa doença te machuca? Você não se vê doente, né?

Se é assim, moderado ou viciado, neste universo, você é uma peça do Lego da vida e saiba que tudo quer sua audiência e você, sem perceber, quer ser a audiência de tudo.

O objetivo é te distrair e te prender ali.

É comportamento humano se modificando.

Como diria Caetano, em sua canção “Divino Maravilhoso”:

Atenção/Precisa ter olhos firmes/Pra este Sol/Para essa escuridão. (…)_É preciso estar atento e forte/Não temos tempo de temer a morte.
Tempo e escuridão são duas palavras muito importantes nesta música e na sua vida. Como você vende seu tempo para um algoritmo e quanto você ganha em troca? Dependendo da maturidade e evolução no tema, as respostas podem ser enviesadas e distantes (distraídas). Sabe o porquê? Porque tudo parece divino e maravilhoso, mas não é bem assim. Segue o fio.

Mas, por que este assunto, agora, Leandro?

A resposta é saúde mental. Você perde o poder da escolha, de qualificar o que deseja. É como se, no passado, vinte ou trinta anos atrás, tivéssemos 5 mil livros no quarto e, a cada minuto, abríssemos um e lêssemos um parágrafo, uma frase, e abandonássemos. Abre outro, um parágrafo. E outro, uma linha. E outro, outro, outro. E ficasse nessa jornada infinita o ano todo. É o cérebro em loop, achando-se um super-rico em dados, letras, páginas.

Ao fechar doze meses, contabilizaria zero livro realmente lido.

Você não foi enganado. É mais um autoengano da vida.

E você percebe que foi um robozinho alimentando um algoritmo (ou alienado) que te sacia com temas que te agradam e vai modificando seu modo de consumo de conteúdo. Te vicia. Vai de mensagens de livros e filmes para batidas de caminhão, mulheres seminuas, bolos gostosos, unhas encravadas, vida alheia de famosos e subfamosos (seres quase idiotas e engraçados), aquela música que você não pediu que te lembra o passado (…) e seu cérebro não larga mais o looping.

É pior que cocaína.

Os brasileiros ficam online, em média, cerca de 9 horas e 13 minutos por dia, muito superior à média global. Por ano, isso daria 3.313 horas. Em doze meses, daria para fazer quase dez cursos de MBAs. Isto é incrível. Quantos MBAs você fez no ano passado? Também daria para fazer três cursos de idiomas completos (de zero a altamente fluente). Em média, isso requer mil horas de estudo. Você começou e fechou algum curso de idioma em 2025?

Você pode até dizer, eu não fico nem a metade disso (4 horas por dia). Quantas horas você fica com seu filho? Quantos livros você leu no ano passado? Quantos filmes assistiu no cinema? Foi a quantos shows? Quanto tempo gastou com cursos, caminhadas, uma ligação para um amigo que não fala faz tempo ou quantas vezes deixou de fazer algo porque está com preguiça e ficou em casa no celular?

Não era preguiça.

É seu cérebro viciado te pedindo mais alguns minutos para navegar. É a doença da atenção comendo suas pernas, seu tempo e te entregando linhas, parágrafos vazios de vida. Te isolando. E seus filhos e sobrinhos, são assim também?

É a nova cocaína fazendo efeito.

Esse fenômeno silencioso ocupa mentes, implanta excesso de estímulos e cria uma busca eterna por validação social, ao mesmo tempo que te isola. Ao mesmo tempo, um relógio gigante gira dentro do seu celular, pagando métricas de audiência para alguém. Você perde parte da sua vida e financia a vida de novos milionários banais, que vão jogar na sua cara a riqueza que tiraram da sua minutagem.

Cômico ou patético?

Sua profundidade zera. Você vira um ser de superfície – um mais do mesmo. Sabe o que todo mundo sabe. Não sabe nada além disso. Fica gordo e pesado vendo vídeo de academia e bombadões. Limitado e comum assistindo reels de teorias ‘inteligentes’. Tomando Sidra Cereser curtindo posts de vinho Petros 2000. Rindo sozinho no sofá das festas de gente alegre e rica – que você nem conhece e acha que é amiga. Até que dia vai ficar assim?

Mas têm questões mais agravantes no coletivo quando o uso é desregrado. Depressão, solidão, cansaço cognitivo, vícios em jogos e pornografia, desunião familiar e suicídio.

A internet não é um mal, muito pelo contrário. Em sua grande maioria, boa parte da vida está conectada nela, e os ganhos são visíveis e incomparáveis. A questão é o quanto isso é bônus e quando é ônus. Questionar se estamos produtivos e usando bem a ferramenta ou se estamos preguiçosos e doentes é abrir um olhar para entender que precisamos estar em estado permanente de vigilância emocional.

Em 2026, fique na internet o necessário, seja mais seletivo. Leia a Leitura Estratégica e/ou coisas que te façam bem e melhor. No entanto, leia um livro por mês, vá mais ao cinema e ao teatro, visite amigos antigos. Vá tomar uma cerveja e aliviar a pressão. Viva mais a vida e menos a tela. Não demonize a internet, mas não a endeuse.

Ela é útil, mas não pode te transformar em um inútil. Feliz 2026.

Leandro Resende, editor-chefe da Leitura Estratégica.

Tags: BrasilEconomiaEmpresasInternetNegócios
Postagem anterior

Visto para empresário atuar nos EUA: Caminhos estratégicos

Próximo Post

Copa do Mundo 2026: os palpites de quem decide fora de campo

Leitura Estratégica

Leitura Estratégica

Próximo Post
Copa do Mundo 2026: os palpites de quem decide fora de campo

Copa do Mundo 2026: os palpites de quem decide fora de campo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fique conectado

  • 23.9k Followers
  • 99 Subscribers
  • Tendências
  • Comentários
  • Mais recente
Perfil: Silvana de Oliveira

Perfil: Silvana de Oliveira

setembro 13, 2025
Novo escritório de advocacia alinha direito e estratégia para impulsionar empresa

Novo escritório de advocacia alinha direito e estratégia para impulsionar empresa

agosto 23, 2025
Lei dos Super-ricos? Mais um Frankenstein tributário

Lei dos Super-ricos? Mais um Frankenstein tributário

dezembro 6, 2025
Perfil:  Professor Carlos André

Perfil:  Professor Carlos André

agosto 23, 2025
Empresa goiana conquista prêmio de maior revenda de irrigação da América Latina

Empresa goiana conquista prêmio de maior revenda de irrigação da América Latina

0
Um olhar sobre as relações de consumo no Brasil, China e Panamá

Um olhar sobre as relações de consumo no Brasil, China e Panamá

0
Sesc oferece benefícios exclusivos ao trabalhador do comércio

Sesc oferece benefícios exclusivos ao trabalhador do comércio

0
Caso Lojas Americanas e a credibilidade das auditorias Big Four

Caso Lojas Americanas e a credibilidade das auditorias Big Four

0
Consultor precisa ser pragmático

Consultor precisa ser pragmático

janeiro 3, 2026
Reformas e eleições pautam agenda

Reformas e eleições pautam agenda

janeiro 3, 2026
Segmento jurídico e os impactos da IA

Segmento jurídico e os impactos da IA

janeiro 3, 2026
Decida: Ser protagonista ou seguidor

Decida: Ser protagonista ou seguidor

janeiro 3, 2026

Notícias recentes

Consultor precisa ser pragmático

Consultor precisa ser pragmático

janeiro 3, 2026
Reformas e eleições pautam agenda

Reformas e eleições pautam agenda

janeiro 3, 2026
Segmento jurídico e os impactos da IA

Segmento jurídico e os impactos da IA

janeiro 3, 2026
Decida: Ser protagonista ou seguidor

Decida: Ser protagonista ou seguidor

janeiro 3, 2026
Revista STG

Trazemos as notícias mais relevantes, atualizadas e importantes do mercado, tudo em um só lugar.

Siga-nos

Navegar por categoria

  • Accountability
  • Advocacia
  • Almanaque Estratégico
  • Artigos
  • Blog
  • Capacitação
  • Carreira
  • Consumo
  • Direito
  • Diretoria
  • Empresas
  • Ensaio
  • Entrevista
  • Eventos
  • EXECUTIVOS: LINHA DE FRENTE
  • Expansão
  • Justiça do Trabalho
  • Legislação
  • Mercado de Luxo
  • Negócios
  • Perfil
  • Premiação
  • Revista
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Últimas

Notícias recentes

Consultor precisa ser pragmático

Consultor precisa ser pragmático

janeiro 3, 2026
Reformas e eleições pautam agenda

Reformas e eleições pautam agenda

janeiro 3, 2026
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista

© 2025 Leitura Estrategica - Desenvolvido por WB Sistem.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Últimas
  • Negócios
  • Empresas
  • Carreira
  • Perfil
  • Diretoria
  • Artigos
  • Mercado de Luxo
  • Revista

© 2025 Leitura Estrategica - Desenvolvido por WB Sistem.